Depois de uma década em queda, os casos de hepatite A dispararam novamente no país. Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de incidência subiu 54,5% em apenas um ano, passando de 1,1 para 1,7 caso a cada 100 mil habitantes. Antes, a doença era mais frequente no Norte e Nordeste, mas agora grandes capitais do Sul, Sudeste e Centro-Oeste concentram os surtos mais graves. A região Centro-Oeste registrou o maior salto proporcional: crescimento de 350% em um único ano.
Hepatite A
A hepatite A é uma infecção viral aguda e contagiosa do fígado causada pelo vírus (VHA), transmitida pela via fecal-oral. A doença tem cura, não se torna crônica e é prevenida de forma altamente eficaz por meio da vacinação e de hábitos básicos de higiene.
- Fadiga, febre e dor muscular.
- Náuseas, vômitos e dor abdominal.
- Icterícia (pele e olhos amarelados).
- Urina escura (cor de chá ou Coca-Cola) e fezes claras.
- Em crianças menores de 6 anos, a doença costuma ser assintomática.
- Não existe um medicamento específico para eliminar o vírus; o acompanhamento médico foca em aliviar os sintomas.
- O repouso é recomendado e o consumo de álcool é totalmente proibido durante a infecção.
- A automedicação deve ser evitada a todo custo para não sobrecarregar o fígado.
- Vacinação: É a principal forma de proteção. No Brasil, a vacina contra a hepatite A faz parte do Calendário Nacional de Imunização do SUS, sendo aplicada em dose única aos 15 meses de vida.
- Higiene: Lavar as mãos com frequência (especialmente antes de comer e após usar o banheiro), consumir água tratada ou fervida e higienizar bem alimentos crus.




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