Em nova reviravolta, Senador Cleitinho vai disputar o governo de Minas Gerais

Republicanos publicou Nota Oficial para confirmar a candidatura de Cleitinho Azevedo ao Governo de Minas

Em nova reviravolta em Minas gerais, o partido Republicanos definiu nesta 6ª feira, 07/08, a chapa que vai disputar o governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. O senador Cleitinho Azevedo vai mesmo dispitar a eleição para o Palácio Tiradentes. Luís Eduardo Falcão, ex-prefeito de Patos de Minas e ex-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), ocupará o posto de vice. A decisão se deu após uma tarde inteira de conversas entre o senador e o presidente nacional do partido, Marcos Pereira. O anúncio foi feito em um comício com apoiadores na praça do Santuário, no centro de Divinópolis, interior do Estado.

Houve transmissão no perfil do presidente estadual do Republicanos em Minas, Euclydes Pettersen. No meio do discurso, Cleitinho fez ligação de vídeo com Pereira e agradeceu pela candidatura. “Estou passando um momento difícil, mas o soldado vai ferido para a guerra, pois sei que terei milhões de soldados me defendendo em Minas Gerais”, disse Cleitinho.

Reviravolta

No início desta semana, o senador chegou a anunciar a desistência da candidatura. Menos de 24 horas depois, voltou atrás e pediu uma nova chance, que a cúpula nacional do partido resistiu em aceitar. A insistência de Cleitinho reabriu uma rodada de negociações que foi concluída nesta 6ª feira.

Durante o processo, a direção nacional da sigla chegou a avaliar alternativas ao nome do senador. Entre as opções ventiladas estavam o próprio Falcão como candidato ao governo do estado e o irmão gêmeo de Cleitinho, o ex-prefeito de Divinópolis Gleidson Azevedo.

Cleitinhoi é líder nas pesquisas

Cletinho é o favorito a vencer em Minas e lidera as pesquisas há meses. O senador, porém, nunca cravou se seria ou não candidato ao governo. A indecisão irritou a cúpula do partido e o PL, que o queria como candidato no Estado.

Em nota divulgada após o anúncio, o Republicanos afirmou que o congressista reconheceu os “equívocos” cometidos e pediu desculpas aos colegas de partido.