A denúncia envolve um esquema criminosos de falsificação de medicamentos oncológicos, superfaturamento e fraude em licitações voltadas para pacientes com câncer. A investigação, conduzida pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul por meio da Operação Placebo, aponta o desvio de cerca de R$ 2,5 milhões em recursos públicos. O médico Fernando Borges da Silva identificava os pacientes e receitava medicamentos de alto custo que não eram fornecidos pelo SUS. Ele orientava as famílias a acionar a Justiça e indicava advogados específicos para o processo. No processo judicial, os advogados Éverson Dornelles de Dornelles, Esther Cowan Kotula e Rita Gabriela Schweickardt Werner apresentavam orçamentos de pequenas farmácias locais. Quase todas as empresas participantes tinham ligação com o empresário Lisandro Henriques Hermes e apresentavam valores superfaturados.
Pacientes com câncer são vítimas de suspeita de falsificação de remédios e fraude em licitações






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