Deltan Dallagnol recebeu mais de 2,9 milhões de votos no domingo (4) e ficou com a segunda vaga do estado. Ele fez a reta final sem campanha: em 19 de setembro, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu os atos de campanha, a propaganda no rádio e na TV e o uso de dinheiro dos fundos. O plenário manteve a decisão. Na véspera da votação, o ministro negou o registro da candidatura e mandou anular os votos. Para ele, vale o entendimento de 2023, quando o TSE cassou o mandato de deputado de Deltan por considerar que ele deixou o Ministério Público para escapar da inelegibilidade.
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