Pablo Marçal reagiu à proposta de Lula de abrir os sigilos dele e de sua família caso Flávio Bolsonaro faça o mesmo e elevou o tom do desafio: afirmou que está disposto a abrir seus próprios sigilos e os de suas dezenas de empresas, desde que o presidente também revele informações que permanecem protegidas por sigilo.
O empresário questionou a disposição de Lula em apresentar apenas informações financeiras que considera pouco relevantes e cobrou transparência sobre gastos do cartão corporativo, registros de uso de telefone e dados telemáticos, além de informações submetidas a sigilo de cem anos.
Marçal também criticou despesas e viagens relacionadas à Presidência e afirmou que, se Lula realmente quiser transformar a quebra de sigilos em um teste de transparência, deveria aceitar uma abertura ampla, incluindo informações que permitam escrutinar gastos e comunicações do governo.
Para Marçal, o desafio de Lula seria uma espécie de “jogo de cena” se ficar restrito ao que lhe é conveniente: ele diz que abre tudo, mas cobra que o presidente faça o mesmo, sem atalhos, seletividade ou áreas blindadas por sigilos.



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