Os números levantam questionamentos.
Durante seu governo, a dívida consolidada líquida do Piauí saltou de R$ 6,89 bilhões, em 2022, para R$ 13,35 bilhões, em 2025. Uma alta de aproximadamente 94%, praticamente o dobro.
E não para por aí. O estado passou a cobrar 22,5% de ICMS na alíquota geral, uma das maiores taxas do Brasil, ficando atrás apenas do Maranhão.
As contas públicas também preocupam: o governo acumulou R$ 3,7 bilhões em déficit primário no período analisado pela Folha. Além disso, o Tribunal de Contas do Estado investiga possíveis irregularidades na contabilização de despesas para o cumprimento do mínimo constitucional destinado à educação. A gestão estadual defende a legalidade dos procedimentos.
Agora, justamente esse governador é apontado como possível nome para comandar o Ministério da Fazenda, pasta responsável por conduzir a política econômica do Brasil.
A pergunta que fica é: o desempenho das contas públicas do Piauí deveria ser levado em consideração antes de uma eventual escolha?
Quem não consegue equilibrar as próprias contas está preparado para cuidar das contas de um país?

Relacionadas
Acessos a site e aplicativo do Banco do Brasil são normalizados
[VÍDEO] Dom Adair fala sobre a realidade do Brasil
Empresários estão fugindo do Ceará com medo do Comando Vermelho e da omissão do Governo Cearense