Os anticorpos gerados pela infecção com a versão original da Ômicron – BA.1, responsável pela onda da Covid-19 em janeiro – não protegem contra as subvariantes BA.4 e BA.5, que se tornam prevalentes no Brasil. A conclusão é de um estudo de pesquisadores da Universidade Peking, de Pequim, na China, publicado hoje (18) na revista científica Nature. Segundo análise do Instituto Todos pela Saúde (ITpS), feita com dados dos laboratórios Dasa e DB Molecular, a proporção de casos prováveis da BA.4 e BA.5 no país passou de 10,4% para 44%.
Contaminação pela Ômicron em janeiro não protege contra versão predominante no Brasil, diz estudo




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