Uma pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro ajuda a entender por que mulheres têm o dobro de chances de ter Alzheimer. As conclusões do estudo também podem melhorar o diagnóstico da doença, já que 70% das mais de 35 milhões de pessoas com Alzheimer no mundo são mulheres. Pesquisadores da UFRJ analisaram amostras de sangue de 125 pessoas acima de 60 anos, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Os cientistas identificaram baixos níveis da molécula carnitina em mulheres com perda de memória. A substância, produzida no fígado e nos rins, ajuda o corpo a transformar gordura em energia. Ela também pode ser obtida por meio de alimentos como carnes, ovos, laticínios e leguminosas. Segundo os pesquisadores, A descoberta pode melhorar a precisão dos exames para o diagnóstico da alzheimer. Quanto mais cedo se descobre a doença, maiores as possibilidades de tratamento.
Baixos níveis de carnitina no sangue podem causar Alzheimer em mulheres



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