Desde 2019, as 47 igrejas protestantes evangélicas do país vêm sofrendo crescente repressão. Em maio de 2024, o pastor Youssef Ourahmane, vice-presidente da Igreja Protestante da Argélia (EPA), foi condenado a um ano de prisão por conduzir cultos não autorizados.
Durante a apresentação do relatório em Paris, Guillaume Guennec, representante da Portas Abertas, alertou que a situação se agravou significativamente para os 60.800 cristãos evangélicos e 42.900 pentecostais na Argélia.
O pastor Ourahmane já havia denunciado os desafios enfrentados pela comunidade cristã em visita a Paris em 2019. No entanto, desde então, o cenário piorou drasticamente. Até maio do ano passado, quatro das 47 igrejas da EPA ainda estavam abertas; hoje, nenhuma mais está acessível.
Guennec destacou que “a Argélia era o único país no Norte da África onde os cristãos convertidos podiam se reunir em suas próprias igrejas”.


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