O presidente da OAB, Beto Simonetti, destacou que há centenas de procedimentos abertos para apurar posturas inadequadas de advogados nas plataformas digitais. Ele ressaltou que não é apropriado utilizar as redes sociais para prometer soluções em grandes casos ou exibir fortunas e riquezas, práticas que podem prejudicar a imagem da profissão e criar distorções na percepção pública sobre a advocacia.
Essa iniciativa busca atualizar o “plano de marketing jurídico nacional”, que não era revisado desde 2022, incorporando adequações às inovações tecnológicas. O objetivo é garantir que a publicidade na advocacia mantenha um caráter informativo, discreto e sóbrio, alinhado aos princípios éticos da profissão. A OAB já havia abordado a questão da ostentação em 2021, com o Provimento 205/2021, que vedava a exibição de bens relacionados ou não ao exercício da profissão em qualquer publicidade.


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