O estudo, liderado pelo pesquisador Emeka Umeagbalasi, alerta que o país abriga pelo menos 22 grupos terroristas ligados ao Estado Islâmico, responsáveis por tentar exterminar cristãos e religiosos tradicionais. Desde 2009, estima-se que 185.009 pessoas foram mortas — 125.009 cristãos e 60.000 muçulmanos liberais. Nesse período, 19.100 igrejas foram destruídas, 1.100 comunidades cristãs saqueadas e 600 líderes sequestrados, incluindo 250 padres católicos e 350 pastores.
A Intersociety acusa o governo nigeriano de negligência e cobra que a Nigéria volte à lista de “Países de Preocupação Particular” dos EUA, o que permitiria sanções. Também pede restrição de viagens a líderes islâmicos fulani.
Apesar das denúncias internacionais de genocídio e perseguição religiosa, o governo nega motivação religiosa, atribuindo a violência a disputas entre agricultores e pastores. A crise humanitária avança, com milhares de deslocados vivendo em escolas, igrejas e áreas abertas, enfrentando escassez de água, alimentos e atendimento médico. A Nigéria ocupa o 7º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2025 da Missão Portas Abertas.





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