O atentado a tiros que terminou com a morte do o influencer Charlie Kirk, apoiador de Donald Trump, virou assunto também no Brasil. O ataque, que ocorreu na Universidade Utah Valley, serviu de pontapé inicial para uma discussão acalorada entre o humorista Whindersson Nunes e o deputado federal Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais.
A treta entre os dois começou quando Nikolas Ferreira publicou a seguinte mensagem no X, antigo Twitter, após a morte do influenciador norte-americano: “Seja a extrema-direita que eles tanto têm medo”. Whindersson Nunes não gostou e respondeu. “Um cara tomou um tiro no pescoço devido a polarização, olha o que o cristão diz”, escreveu.
A partir daí, começou um verdadeiro bate-boca nas redes sociais. O deputado federal mineiro reagiu ao comentário do humorista, a quem chamou de “canalha”. “Ele tá mais chocado com um tweet irônico do que com o atentado. E ainda cita cristianismo. Vai ser canalha assim lá longe”, comentou Nikolas.
Whindersson Nunes não deixou barato e rebateu. “É que o cristianismo meio que vem da história de um cara que foi CRUCIFICADO INJUSTAMENTE”, começou o ex-marido de Luísa Sonza. “Porque eu chamaria pessoas para o meu lado da história, guerrear contra o outro lado se não foi isso que o homem que morreu pregou? É contraproducente, Nikolas. O que é cristianismo pra você?”, encerrou.
Morto a tiros
Charlie Kirk tinha 31 anos quando foi baleado no pescoço enquanto participava de um evento ao ar livre na Universidade Utah Valley, na quarta-feira (10/9).
Segundo testemunhas, o disparo que atingiu o ativista, aliado de Trump, partiu de um prédio localizado a cerca de 180 metros do local da palestra.
Duas pessoas chegaram a ser detidas, mas foram liberadas. Segundo autoridades de órgãos de segurança de Utah, o atirador disparou contra uma única pessoa, indicando que se tratava de um “ataque direcionado”.
Uma recompensa de US$ 100 mil (ou R$ 538.520) foi anunciada a quem enviar pistas do criminoso. O FBI pediu ainda a colaboração em uma plataforma para identificá-lo.
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