O resgate de uma onça-pintada, ontem (19), expõe a complexidade desse tipo de operação e os desafios crescentes da convivência entre grandes predadores e áreas de infraestrutura no país. A ação mobilizou dez profissionais — seis policiais militares ambientais, dois bombeiros e dois veterinários da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso — e durou cerca de oito horas, em uma usina hidrelétrica no Assentamento Beleza, no município de Juscimeira.
Apesar de ser uma espécie com habilidade para nadar, o ambiente artificial funcionou como uma armadilha: as paredes lisas e o fluxo contínuo de água dificultaram a saída e aumentaram o risco de exaustão, estresse e até afogamento da onça-pintada. Como o animal estava com hiportemia, não podia ser sedado.
Imagens mostram o tamanho do estresse do bicho preso no canal. A saída foi usar um dispositivo mecânico, acionado na hora da limpeza destes dutos, que deu suporte para a onça escapar por conta própria.
O resgate de uma onça-pintada, na quinta-feira, 19 de março, expõe a complexidade desse tipo de operação e os desafios crescentes da convivência entre grandes predadores e áreas de infraestrutura no país.
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Fonte: VEJA





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