O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (27) que “Cuba é a próxima” durante um discurso em um fórum de investimentos em Miami, no qual exaltou os sucessos da ação militar dos EUA na Venezuela e no Irã. Embora o presidente não tenha especificado o que pretende fazer com a ilha, ele frequentemente afirma que o governo em Havana, enfrentando uma grave crise econômica, está à beira do colapso. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, reconheceu que o país está em negociações com os EUA numa tentativa de evitar um possível confronto militar.
Patrocínio ao terrorismo e falta de cooperação
Atualmente, o governo de Donald Trump (em seu segundo mandato) reincluiu Cuba na lista de Estados Patrocinadores do Terrorismo. As justificativas centrais incluem:
- Abrigo a Fugitivos: Os EUA acusam Cuba de fornecer refúgio a terroristas e fugitivos da justiça americana.
- Falta de Cooperação: A ilha é acusada de não colaborar plenamente com os esforços antiterrorismo dos Estados Unidos.
- Influência na Venezuela: Autoridades americanas, como o secretário de Estado Marco Rubio, acusam Cuba de manter agentes de espionagem e proteção direta ao ditador Nicolás Maduro na Venezuela, exercendo influência desestabilizadora na região.


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