Ao negar os pedidos de habeas corpus apresentados pela defesa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e de seus familiares, a 16ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) concluiu que há indícios de que o chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC) continuava exercendo influência sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro investigado na Operação Vérnix, mesmo estando preso no sistema penitenciário federal.
TJ vê indícios de que Marcola comandava esquema que envolvia Deolane


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