A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, anunciou um conjunto de medidas para reforçar a integração e a identidade nacional nas escolas, incluindo a proibição do uso de burca e niqab, a criação de um limite para o número de estudantes estrangeiros por sala e a exigência de que pais de alunos com graves dificuldades de integração aprendam italiano. Ao defender as propostas, Meloni afirmou que a igualdade entre homens e mulheres não é negociável e que nenhuma jovem deve ser obrigada a esconder o rosto em nome de uma suposta tradição.
A burca é uma vestimenta tradicional utilizada por mulheres em algumas culturas islâmicas que cobre inteiramente o corpo e o rosto, deixando apenas uma rede de crochê ou grade de tecido na altura dos olhos para permitir a visão. As mulheres são obrigadas a usar essas vestimentas devido a uma combinação de interpretações religiosas rigorosas, leis estatais e pressões culturais ou familiares em determinadas regiões do mundo de maioria islâmica.
Ver esse post no Instagram






Relacionadas
Polícia procura namorado de estudante achada morta em pátio de prédio
Mesmo dentro de presídio federal no Brasil, chefes da máfia Ndrangheta teriam continuado a comandar tráfico de cocaína
Fisioterapeuta é presa acusada de deformar pelo menos sete pessoas após procedimentos estéticos em Goiânia