A decisão do governo Lula de não assinar o tratado do Escudo das Américas, que uniu 15 países sob a liderança dos EUA na Assembleia Geral da ONU para asfixiar financeiramente 24 organizações criminosas, isolou diplomaticamente o Brasil e gerou forte desgaste político ao Planalto. Ao rejeitar a classificação de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) sob o rótulo de “narcoterroristas” — sob a justificativa técnica de evitar interferências extraterritoriais —, o Itamaraty deixou o país fora da maior rede de cooperação de segurança do continente, alimentando críticas internas sobre a eficácia do governo no combate ao crime organizado e aprofundando o atrito com Washington, que recentemente acusou o país de falhar no controle de suas fronteiras.
Governo Lula fica fora de bloco de 15 países liderado pelos EUA para conter PCC e Comando Vermelho





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