O estudo analisou aproximadamente 9,76 milhões de resultados laboratoriais de 101.148 pacientes adultos atendidos em um hospital universitário da Coreia do Sul. Foram avaliados 372 tipos de exames, com o objetivo de investigar como o tempo transcorrido desde a última refeição poderia influenciar os resultados.
Os pesquisadores observaram que muitos exames apresentam diferenças pequenas ou clinicamente pouco relevantes entre amostras coletadas após o jejum e aquelas obtidas em condições habituais de alimentação. Entre eles estão o hemograma completo e diversas análises utilizadas para avaliar a função renal, a função hepática e a tireoide.
A pesquisa também identificou exames cujos resultados podem sofrer alterações mais significativas após a ingestão de alimentos. Entre eles estão a glicemia, os triglicerídeos e determinadas enzimas laboratoriais. Por esse motivo, os autores destacam a importância de avaliar individualmente a necessidade de jejum, em vez de adotar uma regra única para todas as análises.


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