Mais de 40 anos após a morte de Tancredo Neves, a Justiça Federal determinou a quebra do sigilo dos documentos médicos relacionados ao tratamento do então presidente eleito, em 1985. A decisão unânime do TRF-1 obriga o Conselho Federal de Medicina e o CRM-DF a liberar prontuários, nomes dos profissionais envolvidos e registros da internação. A família busca esclarecer possíveis erros ou negligência médica durante o atendimento que antecedeu sua morte, em 21 de abril daquele ano, após complicações e procedimentos cirúrgicos.
Justiça derruba sigilo médico sobre a morte de Tancredo Neves após 41 anos

Relacionadas
Tarcísio rebate Boulos sobre alta do diesel: ‘Distorce dados e alimenta desinformação’
Novo recebe 2,2 mil filiados em um dia após anunciar que não reconhece vitória de Lula
MG: Confins confirma primeiro caso de Mpox e reforça alerta sobre a doença