A quebra do Ueno Back, no Paraguai, deixou mais de três milhões de pessoas sem salários e sem as economias num dos maiores desfalques contra os trabalhadores. O banco, que já teve o atual chefe do Banco Central entre seus dirigentes, era o que detinha as contas da previdência estatal e as do Ministério da Economia. Também era o maior emissor de cartões de crédito do país e administrava mais de 850 milhões de dólares em recursos públicos.
Nesta terça-feira, os aposentados e correntistas do banco foram surpreendidos com o fechamento do banco e com a informação de que não poderiam retirar o dinheiro. Foi um dia de protestos e muito sofrimento para a população que se viu sem qualquer amparo.
O Ministério Público paraguaio é a entidade que está investigando o caso. Ontem, oito dirigentes do banco foram presos e agora aguardam o resultado das análises. Também existe a possibilidade de se investigar o próprio Banco Central por ter permitido que a situação chegasse a este ponto.
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