A falta de indícios de casos graves de Covid-19 e mortes associadas à variante Ômicron podem torná-la um “presente de Natal antecipado”, afirmou o epidemiologista Karl Lauterbach, futuro ministro da Saúde da Alemanha. A ideia ganha apoio de outros especialistas, como Anthony Fauci, principal conselheiro do presidente dos EUA, Joe Biden, que classificou os primeiros sinais da não gravidade da variante como “um tanto encorajadores”. O especialista acredita que as 32 mutações identificadas na proteína Spike — usada pelo vírus para entrar nas células humanas — podem significar que a nova cepa é otimizada para infectar pessoas, ao invés de matar. Isso poderia acelerar o fim da pandemia. Ele acrescentou que esse movimento está de acordo com a evolução da maioria dos vírus respiratórios e é bom que o coronavírus tenha chegado a esse ponto.
Especialistas dizem que a Ômicron pode ser um ‘presente de Natal’; entenda

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