A justiça brasileira negou hoje (7) um pedido de habeas corpus ao diplomata alemão Uwe Herbert Hahn, acusado de matar o marido Walter Henri Maximilien Biot. O caso aconteceu na sexta-feira (5) e o diplomata foi preso ontem (6), sendo encaminhado a um presídio na capital fluminense. A defesa do alemão alega primeiramente que ele, como membro de missão diplomática de país estrangeiro no Brasil, teria imunidade diplomática – e, portanto, não poderia ser detido ou acusado de crimes por aqui. Os representantes do diplomata também alegam que a morte de Biot, um belga, teria sido acidental. O IML, no entanto, constatou ferimentos na cabeça e nas nádegas, e que a morte ocorreu de maneira violenta. Uwe Hahn é o chefe do consulado-geral da Alemanha na cidade do Rio de Janeiro, e mantinha um relacionamento com Biot desde 1999.
Justiça do Rio nega habeas Corpus a cônsul alemão que teria matado marido


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