Matéria publicada pela revista veja mostra que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, está se mostrando contrário ao que vem sendo divulgado sobre sua delação à Polícia Federal. Até hoje a suposta delação do golpe é usada como principal justificativa para o ‘tom’ adotado pelo ministro Alexandre de Moraes na condução do inquérito dos atos antidemocráticos. Nesta segunda-feira (11), Cid dará um novo depoimento à PF. Segundo a Veja, Cid tem desabafado a pessoas próximas que seu depoimento foi tirado de contexto, sendo encaixado em “narrativas” dos próprios investigadores. “Não sou traidor, nunca disse que o presidente tramou um golpe. O que havia eram propostas sobre o que fazer caso se comprovasse a fraude eleitoral, o que não se comprovou e nada foi feito”, reproduziu a revista.
Mauro Cid: ‘nunca disse que Bolsonaro tramou um golpe’

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