Uma avaliação recente feita por uma jornalista gastronômica sobre o Sal Gastronomia, restaurante comandado pelo chef e jurado do MasterChef Henrique Fogaça, gerou forte repercussão na internet. Enquanto a crítica apontou falhas técnicas em pratos tradicionais e fez observações sobre o público da casa, defensores do chef reagiram nas redes sociais, classificando a análise como um ataque político.
Na avaliação, a crítica gastronômica relatou uma experiência negativa no estabelecimento localizado nos Jardins, em São Paulo. O foco principal da crítica recaiu sobre o steak tartare (R$ 125), prato clássico da culinária francesa. Segundo o texto, a carne apresentava textura e aspecto inadequados — comparados, de forma severa, a “comida de gato” —, além de vir acompanhada de batatas rústicas descritas como “desleixadas” e preparadas de maneira irregular.
A publicação rapidamente se espalhou pelas redes sociais, dividindo internautas entre aqueles que validam a liberdade da crítica especializada e defensores do trabalho de Fogaça.
Entre os apoiadores do chef, muitos argumentam que a avaliação teria motivações ideológicas, relacionando-a ao posicionamento político de direita associado a Fogaça. Comentários como “Já comi no restaurante dele e estava maravilhoso, claramente a jornalista quer atacar a imagem do chef porque ele é de direita” ganharam espaço em plataformas digitais, refletindo o clima de polarização que frequentemente se estende ao cenário cultural e gastronômico.
Por outro lado, usuários da internet também levantaram o argumento de que chefs renomados, como o também jurado do MasterChef Erick Jacquin, já demonstraram apreço pela culinária de Fogaça, o que, para parte do público, colocaria em xeque a gravidade dos defeitos apontados na resenha, dado o paladar exigente de profissionais da área.


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