O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil manterá as negociações com os Estados Unidos, mas também buscará novos mercados e apoiará os setores afetados pelo “tarifaço” imposto pelo presidente Donald Trump. O governo federal autorizou R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito para capital de giro e investimentos, classificando as tarifas como injustas e descabidas.
Segundo o governo dos Estados Unidos, as tarifas contra produtos brasileiros foram justificadas pelos seguintes motivos:
- Práticas comerciais consideradas desleais, incluindo barreiras ao comércio e tarifas preferenciais concedidas a outros países.
- Comércio digital e Big Techs, com críticas ao PIX e decisões brasileiras que afetariam empresas americanas de tecnologia e serviços de pagamento eletrônico.
- Proteção insuficiente à propriedade intelectual, como o combate à pirataria e à falsificação.
- Acesso ao mercado de etanol, alegando falta de reciprocidade para o etanol produzido nos EUA.
- Combate à corrupção, que os EUA afirmam ser insuficiente.
- Desmatamento ilegal, argumentando que o Brasil não fiscaliza adequadamente essa questão.
- Trabalho forçado, justificativa usada posteriormente para aplicar uma tarifa adicional sobre produtos brasileiros, dentro de uma medida que atingiu dezenas de países.


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