Determinado a se consolidar como o principal adversário de Luiz Inácio Lula da Silva no cenário eleitoral, Ronaldo Caiado afastou qualquer possibilidade de composição com a campanha de Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno.
Foco no confronto direto e recusa a alianças
Durante pronunciamento no último sábado (19/09), o político esclareceu que não existiu nenhuma aproximação por parte dos articuladores bolsonaristas para debater acordos políticos. O candidato ressaltou que sua postura firme inviabiliza esse tipo de abordagem nos bastidores, reiterando que seu objetivo primário na corrida presidencial é medir forças diretamente contra o líder petista.
Ao ser questionado sobre a postura dos concorrentes e instigado a apontar quem representaria um cenário pior para o país, o postulante evitou escolher um lado. Em tom crítico a ambos os polos, pontuou que não é viável estabelecer comparações entre opções que considera igualmente prejudiciais.
Críticas à estratégia do voto útil
Outro ponto enfatizado por Caiado foi a sua firme oposição à tese do voto útil, movimento frequentemente estimulado em disputas polarizadas para liquidar a fatura antecipadamente ou barrar adversários específicos.
De acordo com o candidato, a decisão na cabine de votação não deve ser guiada por cálculos pragmáticos de rejeição, mas sim pela análise criteriosa das propostas de governo e pelo histórico de realizações acumulado por cada concorrente ao longo da vida pública.




Relacionadas
Cães terapeutas humanizam rotina em maternidade de Goiânia
Fique, ligado! Funcionamento de unidades de saúde passa por alterações durante feriado de Finados em Goiás
Estado convoca mais 250 professores aprovados em concurso público