Em longa entrevista, diplomata falou sobre diversos pontos do conflito e a posição do Brasil sobre eles. Para ele, EUA “podem pensar o que quiserem”, mas o Brasil não acha certo “fortalecer militarmente um lado” e aplicar sanções, pois não “levam à paz”. Amorim também chamou de “hipocrisia” barulho feito ante declaração de Lula sobre a Crimeia, uma vez que “europeus pensam o mesmo, mas falam baixo”.
Celso Amorim diz que governo não é obrigado a seguir opiniões dos EUA




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