O funeral da jornalista da emissora árabe Al Jazeera, morta a tiros durante uma operação de Israel em um campo de refugiados palestinos em Jenin, na Cisjordânia, foi marcado hoje (13) por confrontos entre policiais israelenses e uma multidão presente no local. Segundo as autoridades, a repressão ocorreu porque o caixão de Shireen Abu Akleh estava coberto com uma bandeira da Palestina, símbolo proibido na região desde 1967, quando o país ocupou e anexou Jerusalém Oriental. Na cerimônia em Jerusalém foi realizado um cortejo com o corpo da repórter, de 53 anos, nas ruas de sua cidade natal. No entanto, durante o trajeto, alguns civis foram atacados pela polícia israelense.
Confronto marca funeral de jornalista morta na Cisjordânia






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