A nova Resolução CFO nº 295/2026 passou a regulamentar a habilitação de cirurgiões-dentistas para diferentes níveis de sedação, incluindo a sedação profunda, mediante treinamento e requisitos específicos.
A medida, porém, vem sendo alvo de críticas por representantes da classe médica, que defendem que a sedação profunda pode evoluir rapidamente para perda de via aérea e outras complicações, exigindo treinamento avançado em anestesiologia e suporte à vida.
O debate gira em torno da segurança do paciente e dos limites de atuação entre as profissões de saúde. Enquanto o CFO afirma que a norma amplia a qualificação e estabelece protocolos rigorosos, opositores questionam se essas exigências são suficientes para procedimentos de maior risco.


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