Os diagnósticos de depressão cresceram 41% no Brasil entre o período pré-pandemia e o primeiro trimestre de 2022, é o que diz o levantamento realizado em conjunto pela Vital Strategies e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Divulgada em abril, ela foi batizada de Covitel (Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em Tempos de Pandemia) e sua metodologia baseada em ligações telefônicas para 9 mil pessoas. A intenção foi retratar a magnitude do impacto dos principais fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na população adulta. Por isso, entre outros pontos, a pesquisa também apontou o crescimento do uso de cigarros eletrônicos e o aumento do sedentarismo, e mostrou que os jovens e os adultos até a faixa dos 40 anos estiveram entre os mais afetados pelo aumento nos diagnósticos de depressão.




Relacionadas
Medalhista de taekwondo morre aos 19 anos depois de sofrer parada cardíaca
Sociedade Brasileira de Pediatria alerta médicos a não publicarem fotos de crianças
Filho de oficiala de Justiça, de 4 anos, morre ao se afogar em piscina de casa