Deputados filiados ao partido Chega, da ultradireita de Portugal, apresentaram ontem (8) ao governo português um documento em que defendem que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja proibido de entrar no país. Na carta, o grupo listou uma série de motivos, que, segundo eles, devem motivar a medida para que Portugal reafirma ao mundo seu compromisso com “valores da democracia e do primado da lei, rejeitando a conivência com práticas de judicialização autoritária da vida política que comprometam a dignidade humana, os direitos políticos, a livre competição eleitoral e a independência judicial”.
Deputados defendem que Alexandre de Moraes seja proibido de entrar em Portugal



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