A doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), responsável pela morte de Lito Sousa aos 59 anos, é uma condição neurológica rara, progressiva e fatal. Segundo o Metrópoles, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados morrem no primeiro ano após o diagnóstico. A doença compromete o cérebro e pode provocar perda de memória, alterações nos movimentos e dificuldade de coordenação. Os primeiros sintomas também podem ser confundidos com outras doenças neurológicas, o que pode atrasar a identificação do quadro.
A DCJ pertence ao grupo das doenças causadas por príons e, atualmente, não existe tratamento capaz de interromper ou desacelerar sua evolução. No caso de Lito, a família chegou a buscar alternativas experimentais e conseguiu autorização da Anvisa para que ele recebesse o ALN-6457, medicamento que ainda não havia sido testado em humanos contra a doença. Mesmo com a mobilização em busca de tratamento, a condição avançou rapidamente.

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