“Isso merece o nosso repúdio veemente, não só das entidades sindicais, jornalísticas, mas de toda a categoria, no Brasil e no mundo. Afinal de contas, os jornalistas e as jornalistas não são soldados, não são combatentes, são trabalhadores que fazem o seu trabalho ao permitir a livre circulação de informações. Então, se você está fazendo a cobertura de um conflito, se você está fazendo a cobertura de um evento qualquer, você tem que ter segurança pra realizar isso”, avalia. “Quando um Estado realiza uma ameaça desse tipo, é algo que precisa ser condenado de maneira veemente.”
“Essa manifestação pregando o assassinato de jornalistas, que foi feita por uma pessoa não só militar, mas uma representante oficial do governo ucraniano, é inadmissível. Jornalistas têm que ser protegidos”, aponta.


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