A ex-ministra da Suprema Corte do Chile, Ángela Vivanco Martínez, foi presa no domingo (25) em sua casa no bairro de Las Condes, em Santiago, acusada de suborno, lavagem de dinheiro e tráfico de influência no âmbito de uma investigação conhecida como “trama bielorrusa”.
Vivanco — que integrou o mais alto tribunal chileno de 2018 até sua destituição em outubro de 2024, quando foi afastada em meio a acusações de irregularidades e vínculos com um esquema de corrupção que envolvia decisões judiciais favoráveis ao consórcio Belaz Movitec contra a estatal Codelco — negou as acusações afirmando que suas decisões foram independentes.
A investigação apura se Vivanco recebeu pagamentos ilícitos por meio de seu parceiro e se favoreceu interesses privados em casos de grande impacto econômico, agravando questões sobre ética e transparência no Judiciário chileno.


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