“[Havia] um escritório pertencente a uma organização terrorista palestina alojado naquele prédio, que planeja e organiza ataques terroristas contra civis israelenses, então é um alvo perfeitamente legítimo”, disse Netanyahu ao canal americano CBS.
A declaração foi dada no dia em que o exército israelense informou ter destruído a residência do principal líder do Hamas na Faixa de Gaza, Yahiyen Sinwar, durante uma ofensiva contra a cidade de Khan Younis.
Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, os ataques deflagrados durante os últimos sete dias deixaram, até agora, 192 palestinos mortos, incluindo 58 crianças e 34 mulheres, e 1235 feridos. A autoridade local ainda acrescenta que sob os escombros dos edifícios bombardeados por Israel ainda há mortos e feridos. Alguns meios de comunicação afirmaram que 42 palestinos foram mortos nas últimas 24 horas, o que é, portanto, o dia mais sangrento desde o início das hostilidades.
O lançamento de foguetes de Gaza para todo o sul de Israel continua. Não apenas nas comunidades israelenses ao redor da Faixa, mas também em Beer Sheva, no início do Negev. Um dos foguetes atingiu um veículo em Ashkelon e causou danos a edifícios próximos.
“A operação em Gaza ainda vai demorar”, disse Netanyahu, acrescentando que Israel “tem o apoio dos Estados Unidos”. “Continuaremos pelo tempo necessário para restaurar a calma”. O premiê ainda descartou que haja qualquer pressão. “Isso não é verdade. Agradeço a Biden e aos outros líderes que nos apoiam”, disse ele.
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