A fazendeira Cleusa Bianchini, acusada de mandar matar o advogado José Antonio Silva, conhecido como “Doutor Pinga”, para evitar o pagamento de uma dívida de cerca de R$ 4,5 milhões em honorários advocatícios, continuará presa. Nessa terça (21), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido da defesa para que ela fosse colocada em liberdade enquanto o processo segue em andamento.
Segundo a Polícia Civil, Cleusa e outros integrantes da família teriam planejado a morte do advogado depois que ele passou a cobrar, na Justiça, o pagamento pelos serviços prestados em uma ação de reintegração de posse. A investigação aponta que o grupo decidiu eliminar a cobrança encomendando o assassinato do profissional.
Fonte: Primeira Página MT



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