Em maio, uma série de pacientes com quadros de infecção grave pelas bactérias Klebsiella pneumoniae e Ralstonia pickettii começaram a ser identificados em diferentes hospitais do país.
A Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (Anmat) realizou diversos testes e identificou a contaminação bacteriana em ampolas do medicamento, produzido pela farmacêutica HLB Pharma e pelo Laboratório Ramallo.
Estima-se que mais de 300 mil ampolas foram distribuídas em diversas províncias, incluindo Buenos Aires, Santa Fé, Córdoba e Formosa. Cerca de 45 mil delas chegaram a ser administradas antes do recolhimento.
O proprietário da HLB Pharma, Ariel García Furfaro, negou a responsabilidade direta da empresa nas mortes, afirmando que retirou o produto do mercado por conta própria e sugeriu que a contaminação pode ter sido um ato de sabotagem.




Relacionadas
Carro de Janja é atingido por ovos durante protesto contra o PT em Brasília
Após decisão de Dino, Fachin convoca reunião com membros do TSE
Proibição das bets: governo pede bloqueio de perfis no Telegram