Um homem de 32 anos, vítima de trabalho análogo à escravidão por nove anos, foi obrigado a tatuar iniciais dos patrões nas costelas. O caso ocorreu em Planura, Minas Gerais. Três suspeitos foram presos. A vítima é homossexual e foi submetida a jornadas de trabalho exaustivas sem remuneração. Ele foi aliciado através das redes sociais pelo trisal, que mirava pessoas LGBTQIA+ em vulnerabilidade social.
Além do homem, uma mulher transgênero, que também vivia sob o mesmo regime de trabalho forçado, foi resgatada em uma operação do Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho e Polícia Federal. Ambos os resgates ocorreram na segunda semana de abril. O Ministério Público do Trabalho ainda cobra uma indenização de R$ 1,3 milhão ao homem. O trisal acusado teria que pagar R$ 300 mil referentes aos salários e rescisão, além de uma indenização de R$ 1 milhão por danos morais.




Relacionadas
Cabo Verde empata e garante vaga histórica para o mata-mata da Copa
Uruguai é eliminado da Copa do Mundo 2026
Jogador Razan Sijaa, do time sub-18 do Caracas FC, e família morrem durante terremotos na Venezuela