Um homem de 32 anos, vítima de trabalho análogo à escravidão por nove anos, foi obrigado a tatuar iniciais dos patrões nas costelas. O caso ocorreu em Planura, Minas Gerais. Três suspeitos foram presos. A vítima é homossexual e foi submetida a jornadas de trabalho exaustivas sem remuneração. Ele foi aliciado através das redes sociais pelo trisal, que mirava pessoas LGBTQIA+ em vulnerabilidade social.
Além do homem, uma mulher transgênero, que também vivia sob o mesmo regime de trabalho forçado, foi resgatada em uma operação do Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho e Polícia Federal. Ambos os resgates ocorreram na segunda semana de abril. O Ministério Público do Trabalho ainda cobra uma indenização de R$ 1,3 milhão ao homem. O trisal acusado teria que pagar R$ 300 mil referentes aos salários e rescisão, além de uma indenização de R$ 1 milhão por danos morais.

Relacionadas
Eduardo Braide, eleito governador do Maranhão, diz que vai fazer pente-fino em empréstimo de R$ 1,3 bilhão do Estado
“Quem pediu para meus votos serem anulados foi você”: Garotinho desmente Paes ao vivo
Goiânia entra no ranking das mil cidades domundo da Oxford Economics e ocupa o 16° lugar no Brasil