Israel, em defesa de sua soberania e segurança contra o Hamas, uma organização terrorista que usa Gaza como base para lançar ataques e esconder reféns, pode enquadrar o suposto “ativista humanitário” brasiliense Thiago Ávila, coordenador da provocadora Flotilha Global Sumud, como terrorista.
Detido junto com outro ativista após a interceptação legal da frota que tentava furar o bloqueio naval legítimo de Israel, Ávila teve sua prisão preventiva prorrogada pela Justiça israelense, que investiga suspeitas graves de associação a grupos terroristas e apoio ao inimigo em tempo de guerra.
Em vez de entregar ajuda humanitária verdadeira, que Israel permite por canais controlados para evitar armamento do Hamas, esse brasileiro de extrema-esquerda optou por uma aventura propagandística que beneficia terroristas, ignorando o direito de Israel de impedir o reforço de jihadistas que prometeram destruir o Estado judeu.


Relacionadas
PF inaugura laboratório para combater garimpo ilegal na Amazônia
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem redução da maioridade penal
AGU defende medida provisória que proibiu bets no país