A autópsia preliminar do corpo da brasileira que se acidentou na trilha de um vulcão na Indonésia revelou que ela sofreu fraturas graves e hemorragia interna. Mas os legistas não esclareceram em que dia a Juliana Marins morreu.
O resultado foi comunicado à imprensa em uma coletiva, por autoridades da Indonésia. Segundo os legistas, o corpo de Juliana Marins apresentava ferimentos no peito, ombro, na coluna, coxa e na cabeça, além de diversas escoriações. Os médicos descartaram que ela tenha morrido de frio, porque o corpo não tinha sinais de hipotermia, como lesões nas pontas dos dedos.
De acordo com a autópsia preliminar, a causa da morte de Juliana Marins foi hemorragia interna, provocada por pancadas – a mais forte nas costas. Os médicos afirmaram que ela morreu 20 minutos depois desse impacto. Mas os legistas não esclareceram o dia em que isso aconteceu.
Não se sabe quantas vezes Juliana caiu, mas ela foi vista em três pontos do penhasco.
Quem era a brasileira
A brasileira de Niterói (RJ) Juliana Marins, de 26 anos, era publicitária e compartilhava diversas experiências em outros países nas suas redes sociais.
Juliana tinha um perfil com mais de 20 mil seguidores nas plataformas digitais. Segundo sua conta no LinkedIn, a jovem já trabalhou em empresas do Grupo Globo, como Multishow e Canal Off.





Relacionadas
Ministro Alexandre Padilha e prefeito Leandro Vilela assinam ordem de serviço para construção de policlínica em Aparecida de Goiânia
Michelle processa Janones no STF após deputado ligá-la ao Master
PF pode analisar nova proposta de delação de Vorcaro