O número de trabalhadores da companhia caiu de aproximadamente 47,9 mil para 41,2 mil no período. O movimento rapidamente repercutiu nas redes sociais, onde críticos do governo Lula associaram os cortes ao cenário econômico enfrentado pelo varejo brasileiro, marcado por juros elevados, crédito caro e pressão sobre o consumo das famílias.
Apesar do fechamento de unidades e da forte redução no quadro de funcionários, o Grupo Mateus não encerrou suas atividades. A empresa continua operando e, durante o mesmo trimestre, também abriu quatro novas unidades.
Os resultados financeiros mostram um cenário misto. A receita líquida do grupo avançou 12,9%, enquanto o lucro apresentou queda de aproximadamente 22%, reforçando a estratégia da companhia de buscar maior eficiência e revisar operações consideradas menos rentáveis.
Nas redes sociais, entretanto, o fechamento das 28 lojas e a eliminação de milhares de postos de trabalho passaram a ser utilizados como mais um símbolo das dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo durante o atual governo.
Até o momento, não há comprovação de que as demissões tenham sido provocadas diretamente por uma medida específica do governo Lula. A própria companhia trata as mudanças como parte de sua estratégia de reestruturação e otimização das operações.


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