Médico do “lifting de bumbum brasileiro” é morto dentro da própria clínica

O cirurgião plástico alemão Dr. Alexander Aslani, de 57 anos, foi m0rto dentro da própria clínica em Marbella, na Espanha. O crime ocorreu no último 7 de outubro. De acordo com a mídia internacional, um homem encapuzado, de 18 anos, entrou no local e abriu fogo, atingindo Aslani na cabeça.

Ele era conhecido como o médico do “lifting de bvmbum brasileiro”. O médico foi b4leado na cabeça à queima-roupa, na frente de pacientes, equipe e esposa, por volta das 18h.

De acordo com fontes ouvidas pelo El Mundo, o crime foi encomendado. O jovem viajou para Marbella especificamente para cometer o crime, sendo preso um dia após o ass4ssinato.

“A investigação, que permanece aberta e foi declarada secreta , concentra-se em determinar quem contratou o indivíduo que disparou o g4tilho, quais foram seus motivos e quem são os cúmplices do detido . Fontes confirmam que eles não agiram sozinhos e anunciam novas prisões relacionadas à morte do médico”, diz a mídia internacional.

Aslani era conhecido pela Brazilian Butt Lift (BBL), que pode ser traduzida para cirurgia de “lifting de bvmbum brasileiro”, que combina implantes com a redistribuição de gordura corporal para alcançar um resultado turbinado.

Segundo o jornal The Times, a polícia também investiga a hipótese de que o crime tenha sido encomendado por uma mulher que procurou os serviços do médico semanas antes, mas teve o pedido de cirurgia recusado por ele considerar que seu estado psicológico não era adequado para o procedimento.

Em nota, a Sociedade Europeia de Cirurgia Plástica Estética (ESAPS) publicou uma nota em homenagem a Aslani. Para a organização, o médico deixa “um legado profissional excepcional”.

“Com mais de três décadas de experiência e milhares de procedimentos cirúrgicos realizados, consolidou-se como um especialista internacionalmente reconhecido em cirurgia de contorno corporal. Contribuiu significativamente para o avanço da cirurgia plástica estética e ajudou a moldar a área em nível internacional”, diz a nota.

Fonte: Metrópoles