O Fundo Nacional de Educação (FNDE), órgão ligado ao Ministério da Educação, concluiu em julho de 2023 que a nova ministra dos Direitos Humanos do governo Lula, Macaé Evaristo (PT, foto), deixou sem explicação um rombo de 177,3 milhões de reais aos cofres públicos quando era secretária de Educação em Minas Gerais em 2016, publicou o Uol.
Segundo processo enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU) em agosto de 2023, a ministra não conseguiu comprovar para quem repassou o montante destinado para a compra de merenda escolar na gestão de Fernando Pimentel (PT).
A auditoria do FNDE “responsabiliza a senhora Macaé Maria Evaristo dos Santos pelo débito em razão da não comprovação da regular aplicação dos recursos repassados pela União”.
“[Macaé Evaristo] era responsável pela gestão dos recursos federais recebidos e, no entanto, não tomou as providências para a correta comprovação de sua execução”, concluiu o documento.
A análise do órgão vinculado ao MEC foi atestada pela Controladoria-Geral da União (CGU) antes de ser encaminhada ao TCU.
Fonte: O Antagonista


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