Um estudo liderado pela USP, com apoio de instituições brasileiras e chilena, revelou que ostras vendidas em mercados de São Paulo e Santa Catarina estão contaminadas por arsênio em níveis acima do permitido pela Anvisa. A pesquisa também identificou a presença de metais pesados como chumbo e cádmio, além de superbactérias resistentes a antibióticos.
As ostras, analisadas entre 2022 e 2023, são, em muitos casos, consumidas cruas, o que representa um risco à saúde. Os pesquisadores alertam para a necessidade de rastreamento da origem, fiscalização rigorosa e mais estudos sobre os impactos da poluição costeira na segurança alimentar.


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