A Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale) denunciou o Ministério da Saúde à Procuradoria-Geral da República (PGR) por atrasos estruturais na entrega de tratamentos oncológicos. A representação ocorre após a morte de Larissa Amorim, de 33 anos, que faleceu de leucemia após esperar 59 dias por um medicamento que nunca chegou, mesmo sendo incorporado ao SUS e garantido por liminar judicial contra a União.
Segundo a entidade, entraves burocráticos e falhas de coordenação fazem com que prazos legais de distribuição sejam ignorados, deixando pacientes sem remédios de alto custo. Em nota, o Ministério da Saúde detalhou um plano de dois bilhões de reais para ampliar a oferta de 23 fármacos oncológicos a partir do segundo semestre, mas não esclareceu o descumprimento da ordem judicial no caso da paciente.
Segundo a entidade, entraves burocráticos e falhas de coordenação fazem com que prazos legais de distribuição sejam ignorados, deixando pacientes sem remédios de alto custo. Em nota, o Ministério da Saúde detalhou um plano de dois bilhões de reais para ampliar a oferta de 23 fármacos oncológicos a partir do segundo semestre, mas não esclareceu o descumprimento da ordem judicial no caso da paciente.




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