Uma rocha espacial atingiu a “superfície” gasosa de Júpiter em outubro do ano passado e o impacto dessa colisão, que pode ter sido a maior em 28 anos, foi tão forte que observadores aqui da Terra conseguiram capturar o fenômeno. De acordo com os cientistas que fizeram o registro, astrônomos e astrofísicos da Universidade de Kyoto, no Japão, essa explosão foi equivalente a 2 milhões de toneladas de TNT e provocou o maior clarão explosivo já capturado no gigante gasoso desde 1994, quando o cometa Shoemaker-Levy 9 atingiu o planeta com uma força de mais de 300 milhões de bombas atômicas, provocando segundo a Nasa “cicatrizes” escuras e aneladas que acabaram sendo apagadas pelos ventos de Júpiter. Já esse novo flagra em Júpiter foi feito pela Câmera de Observação Planetária para Pesquisas de Transiente Óptico (PONCOTS), um projeto colaborativo de observação astronômica dedicado especificamente ao monitoramento desses clarões em Júpiter.




Relacionadas
‘Não acho que Lula ficará muito feliz com a próxima aparição pública de Bolsonaro nos EUA’, diz aliado de Trump
URGENTE: Flávio fala em “novas eleições” antes de 2030 em primeiro vídeo após ir para os EUA
EUA apuram se ataque contra Binance veio da Coreia do Norte, diz Trump