Todos os principais cortes de carne bovina ficaram mais caros no primeiro semestre de 2026, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre janeiro e junho, a picanha acumulou alta de 10,66%, enquanto o peito registrou o maior reajuste, de 10,9%.
Além da picanha, o filé-mignon subiu 10,22%, a alcatra avançou 9,48% e o acém teve alta de 9,33%. De acordo com analistas, o aumento dos preços é influenciado principalmente pelo crescimento das exportações brasileiras de carne bovina, especialmente para a China, que segue como o principal destino do produto.
A expectativa é de um alívio temporário nos preços nos próximos meses, mas consultorias do setor projetam nova pressão até o fim do ano devido à retomada da demanda chinesa, ao aumento das compras pelos Estados Unidos e aos impactos do fenômeno El Niño sobre a oferta de gado. Com informações de Rachel Díaz, da Revista Oeste.




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