Os trabalhadores dos Correios encerraram a greve nacional de 15 dias e retornaram às atividades nesta sexta-feira, 25. O fim do movimento foi aprovado em assembleias da categoria após o julgamento do dissídio coletivo pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) na noite anterior.
A Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do tribunal estabeleceu as seguintes condições para o encerramento da paralisação:
-
- Greve não abusiva: O TST rejeitou a alegação da estatal e considerou o movimento legítimo.
- Reajuste salarial: Foi definido um aumento de 4,09% nos salários, retroativo a 1º de agosto de 2026, com impacto nas demais parcelas salariais.
- Acordo Coletivo: Foram mantidas 73 cláusulas do acordo coletivo anterior.
- Compensação de dias: Os profissionais deverão realizar a compensação integral dos dias parados por meio de mutirões de trabalho, sem a aplicação da multa de R$ 100 mil pleiteada pelos Correios.
O principal impasse que motivou o início da greve no dia 10 de setembro envolvia as regras e custeio do plano de saúde dos funcionários e dependentes. Conforme reportado pelo G1, os sindicatos locais orientaram a retomada imediata dos serviços enquanto aguardam a publicação do acórdão do tribunal para detalhar como será feita a reposição das horas acumuladas.


Relacionadas
Após jornalista detonar restaurante de Fogaça, internet reage: “Já comi no restaurante dele e estava maravilhoso, a jornalista quer atacar a imagem do chef por que ele é de direita”
‘Não ter mortos é grata surpresa’, diz capitã dos Bombeiros sobre desabamento no Brás
Desabamento de prédio no Brás deixa 25 pessoas feridas