Treze lhamas e alpacas morreram desde a apreensão do rebanho realizada no dia 20 de maio, durante uma fiscalização na BR-364, em Rio Branco. Enquanto os cerca de 30 animais sobreviventes seguem sob cuidados de uma organização não governamental em Porto Acre, o Ministério Público Federal (MPF) se manifestou favoravelmente ao abate sanitário do restante do grupo, seguindo recomendação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Os camelídeos permanecem abrigados pela ONG Patinha Carente por determinação judicial, enquanto a Justiça Federal analisa o destino definitivo dos animais.
Fonte: Gazeta do Acre


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