José Borges da Silva, 81 anos, morador de Itauçu, Goiás, denuncia que foi considerado morto pelo sistema do INSS e teve a aposentadoria suspensa há dez meses. A situação ocorreu após outro homem, morador da cidade de Ituaçu, na Bahia, com o mesmo nome, data de nascimento, os mesmos nomes dos pais e portador do mesmo CPF, morrer. “É muito coincidência. Pelo INSS, eu não existo mais. Estou tentando mostrar que eu não morri”, ressaltou José Borges. Sem previsão de quando irá obter o benefício novamente, o idoso vive em situação de vulnerabilidade social e passou a catar materiais recicláveis para conseguir dar conta de pagar remédios e outras necessidades. A comunidade onde mora tem o auxiliado com cestas básicas.
Idoso de Goiás tem aposentadoria suspensa por engano após confusão de CPF com homônimo da Bahia
Em resposta, a Receita Federal afirmou estar acompanhando o caso de José Borges e irá encaminhá-lo à unidade adequada para investigar e resolver o problema. Além disso, o INSS explicou que sem o CPF regularizado, não pode efetuar os pagamentos dos benefícios previdenciários conforme a legislação vigente, mas ressaltou a possibilidade de reativação do benefício e correção dos pagamentos devidos assim que a situação cadastral for ajustada.



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